sexta-feira, 9 de julho de 2010

SéculoXIX-Um Século Hipócrita?

O século XIX foi conhecido como século hipócrita, pois reprimiam o sexo, mas era obcecado por ele. Época marcada, onde a smulheres eram reprimidas pelo marido e não podiam expressar seus desejos sexuais. Assim seus senhores reprimiam suas mulheres e deleitavem-se em bordeis.
Existia dois tipos de mulheres naquela época:
  • A Respeitavel: Feita para o casamento, que não se amava. E não eram permitidas a adquirir sua própria imagem como olhar nos espelhos, mal conheciam seu corpo, etc..., pois era coberto e protegidos por laços, botões, etc... o cabelo longo era o único alvo daquela época.
  • A Prostituta: era tudo permitido, por trabalharem livres, tinha suas vantagens em modo de proporcionar promessas de vidas melhores.

O mal exemplo vinha da Corte comoi D. Pedro I, tinha 43 filhos, apenas a Condessa de Santos o prendeu. No inicio do namoro D. Pedro chamava sua esposa de MEU AMOR, depois de MINHA QUERIDA e com o passar do tempo de MINHA AMIGA ou MINHA FILHA.

Século XIX

Com a prostituição,o bordel veio as doenças como a sífilis,pica mole e o onanismo.
Sífilis era uma doença venérea transmitida por prostitutas,mas quem sempre foi o problema principal foi os homens,pois através deles a doença passava das prostitutas para as mulheres de familia ,ambos o sexos poderia espalhar as doenças.


O que assombrava também a sociedade patriarcal era a Pica Mole Isso causava:

  • Impotencia sexual masculina isso era considerada uma verdadeira maldição, poi provocava sofrimento e humilhação entre os homens.
  • Onanismo: Era a prática de coito interrompidos, somente os padres confessores falavam disso.
A prostituta era associada à sujeira, ao fedor, a doenças, etc...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Século XIX

* Homossexualidade - A homossexualidade associada a uma herança mórbida torna-se de estudos clínicos.Tudo começava num colégio só para homens com uma "amigação" entre eles , eram bem dengosos estilo "sinhazinhas" , usavam roupas com trajes de veludo , sorecasacas a Louis XV, rendas nos punhos , golas de pelúcia ... os homossexuais também amavam.
Praticavam sexo anal passivo , tinha seu próprio vocabulário , e suas cantadas.
*Livro para se ler com uma das mãos - Na segunda metade do séc XIX , nao faltavam "romances para homens".Na forma de brochuras, gravuras e estampas , seu texto era um sem fim de "prazeres e gozos".
* Maneiras mestiças de dizer o amor - Eram 300 anos de convivência entre brancos, negros e índios. Os chamados "Barões de chocolate" expressão dos abastados mulatos , agraciados com a nobreza de D.Pedro II. Era comum você ver um negro bem vestido , com sobrecasacas , aneis vistosos nos dedos e as mulheres com saias de refolhos . O sangue negro ou índio corriam nas melhores famílias com a influência africana como a mulata ensinando as crianças brancas a falar com a " graça crioula" dos diminutivos ,observada pela viajante francesa.

Assinado : Maiara Cosmo

século XIX

Peíodos das cocotas:Um séc. de amores proibidos e traicões. Elas vieram da Italia, França, georgia. Desembarcaram na Cidade maravilhosa, o RJ. Belíssimas mulheres q eram tratadas como cortesãs. Viviam nos prostíbulos dando prazeres os homens e jovens de família. E com isso ai ai...coitada de suas mulheres donas de casa q vivia somente para o lar e para os filhos e sempre preocupada c a saúde d seu esposo e filhos. Mas com tudo isso graças as prostitutas q nós mulheres lindas brasileiras kkkkkkkkkk, aprendemos as maravilhosas posiçoẽs do sexo. Q na quela época os homens ñ podia deixar escapar algo d diferente no momento q estivera c sua esposa era motivo de desconfiaça. Ass: Ariana Bento.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Folder de Laje do Muriaé



Lenda do Basto Seco

Outra história bastante conhecida pela população lajense é a lenda do BASTO SECO, proprietário e senhor de escravos às vezes não tinha limites e tal modo se avantaja no mal que a própria morte não é suficiente a encobrir os seus cometimentos. Assim aconteceu a um daqueles BASTOS, entre os muitos que viveram na LAJE DO MURIAÉ, conforme registro de óbito em poder, ’’faleceu de consumação aos 30 anos de herdade.


Era homem terrível tinha o hábito de infligir aos negros da fazenda os mais ásperos e hediondos castigos. Depois de morto, haveria de pagar os crimes monstruosos que perpetuara contra os escravos... Praga de negro velho!...

A terra não o comeu. Foi encontrado na matriz, local de seu sepultamento,quando lhe abriram a cova,cinco anos depois foi novamente desenterrado, ainda seco e duro... Recusava-se a terra de comê-lo. Precisava de muita missa o BASTO SECO, o tal cognome lhe deram. Levaram-no para o cemitério onde foi sepultado mais uma vez... Reencontrado, lançando ao rio e, sem querer, foi pescado abaixo, no poço do Remanso... Conduziram-no,afinal,para o forro de uma casa velha, já que a terra e o rio negaram-lhe aconchego...Á noite,os ratos faziam barulho,sapateando dentro da sua caraça ressecada. Enterrado, depois, dentro da parede da casa da escola pública, a parede estufou para fora, criando estranha barriga...

Não se sabe, hoje onde ele se encontra, cumprindo seu misterioso fadário, mas, o que se sabe é que no forro de toda casa velha, na LAJE daquele tempo, havia BASTO SECO, amedrontado, assombrando crianças...

sábado, 22 de maio de 2010

Frutos da escravidão.

A escravidão foi para o Brasil um grande mal.
Em Laje do Muriaé o Sr. José Basilio de Freitas, era fazendeiro , propietário da Fazenda Figueira. Rico possuindo grande lavoura e senhor de inúmeros escravos.Inteligente e bomdoso, era sempre condescendente e justo para com esses escravos.

Sede da fazenda da Angola antigamente

A fazenda da Angola pertencia a um dos desbravadores de Laje do Muriaé.Que era José Ferreira César. Ao vir desbravar Laje ele trouxe alguns índios Puri já domesticados, pois esses índios conheciam bem as matas da região.

Moro do Zé do Arrastado

Último lugar onde foi encontrado pedaço do corpo de José do Arrastado.

Este é o caminho percorrido pelo ZÉ DO ARRASTADO.
Conta-se a lenda em que um negro escravo,chamado José, tentou fugir dos trabalhos da fazenda Angola.
Tal escravo teria sido alcançado na fuga pelo feitor,depois do castigo preliminar,foi amarrado ao rabo de um burro que se pôs a trote á caminho da fazenda.Como castigo segundário,estava proibido de alimentar-se e beber água.No sopé do morro houve um paragem obrigatória do cavaleiro,a fim de que o feitor,descansasse um pouco.O escravo não resistiu á tentação da água clara e fria.Mal,porém,curvou-se a ela,vibrou-lhe larga e inesperada chibatada no lombo...O burro,que era meio arisco,espantando-se com o gesto do feitor,deu de galopar,desembestado,pelo morro acima,arrastando,entre as pedras da estrada,o escravo que caíra por não ter podido acompanhar a carreira veloz do animal em desparada...Quando no topo do morro o burro parou o escravo José,tinha a cabeça esfacelada de chocar-se contra as pedras do caminho.

Vista aérea de Laje do Muriaé.