Este é um blog criado por um grupo de alunos do curso para espor seus trabalhos... IFF ITAPERUNA
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Lenda do Basto Seco
Outra história bastante conhecida pela população lajense é a lenda do BASTO SECO, proprietário e senhor de escravos às vezes não tinha limites e tal modo se avantaja no mal que a própria morte não é suficiente a encobrir os seus cometimentos. Assim aconteceu a um daqueles BASTOS, entre os muitos que viveram na LAJE DO MURIAÉ, conforme registro de óbito em poder, ’’faleceu de consumação aos 30 anos de herdade.
Era homem terrível tinha o hábito de infligir aos negros da fazenda os mais ásperos e hediondos castigos. Depois de morto, haveria de pagar os crimes monstruosos que perpetuara contra os escravos... Praga de negro velho!...
A terra não o comeu. Foi encontrado na matriz, local de seu sepultamento,quando lhe abriram a cova,cinco anos depois foi novamente desenterrado, ainda seco e duro... Recusava-se a terra de comê-lo. Precisava de muita missa o BASTO SECO, o tal cognome lhe deram. Levaram-no para o cemitério onde foi sepultado mais uma vez... Reencontrado, lançando ao rio e, sem querer, foi pescado abaixo, no poço do Remanso... Conduziram-no,afinal,para o forro de uma casa velha, já que a terra e o rio negaram-lhe aconchego...Á noite,os ratos faziam barulho,sapateando dentro da sua caraça ressecada. Enterrado, depois, dentro da parede da casa da escola pública, a parede estufou para fora, criando estranha barriga...
Não se sabe, hoje onde ele se encontra, cumprindo seu misterioso fadário, mas, o que se sabe é que no forro de toda casa velha, na LAJE daquele tempo, havia BASTO SECO, amedrontado, assombrando crianças...
Era homem terrível tinha o hábito de infligir aos negros da fazenda os mais ásperos e hediondos castigos. Depois de morto, haveria de pagar os crimes monstruosos que perpetuara contra os escravos... Praga de negro velho!...
A terra não o comeu. Foi encontrado na matriz, local de seu sepultamento,quando lhe abriram a cova,cinco anos depois foi novamente desenterrado, ainda seco e duro... Recusava-se a terra de comê-lo. Precisava de muita missa o BASTO SECO, o tal cognome lhe deram. Levaram-no para o cemitério onde foi sepultado mais uma vez... Reencontrado, lançando ao rio e, sem querer, foi pescado abaixo, no poço do Remanso... Conduziram-no,afinal,para o forro de uma casa velha, já que a terra e o rio negaram-lhe aconchego...Á noite,os ratos faziam barulho,sapateando dentro da sua caraça ressecada. Enterrado, depois, dentro da parede da casa da escola pública, a parede estufou para fora, criando estranha barriga...
Não se sabe, hoje onde ele se encontra, cumprindo seu misterioso fadário, mas, o que se sabe é que no forro de toda casa velha, na LAJE daquele tempo, havia BASTO SECO, amedrontado, assombrando crianças...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Frutos da escravidão.
Sede da fazenda da Angola antigamente
A fazenda da Angola pertencia a um dos desbravadores de Laje do Muriaé.Que era José Ferreira César. Ao vir desbravar Laje ele trouxe alguns índios Puri já domesticados, pois esses índios conheciam bem as matas da região.

Este é o caminho percorrido pelo ZÉ DO ARRASTADO.
Conta-se a lenda em que um negro escravo,chamado José, tentou fugir dos trabalhos da fazenda Angola.
Tal escravo teria sido alcançado na fuga pelo feitor,depois do castigo preliminar,foi amarrado ao rabo de um burro que se pôs a trote á caminho da fazenda.Como castigo segundário,estava proibido de alimentar-se e beber água.No sopé do morro houve um paragem obrigatória do cavaleiro,a fim de que o feitor,descansasse um pouco.O escravo não resistiu á tentação da água clara e fria.Mal,porém,curvou-se a ela,vibrou-lhe larga e inesperada chibatada no lombo...O burro,que era meio arisco,espantando-se com o gesto do feitor,deu de galopar,desembestado,pelo morro acima,arrastando,entre as pedras da estrada,o escravo que caíra por não ter podido acompanhar a carreira veloz do animal em desparada...Quando no topo do morro o burro parou o escravo José,tinha a cabeça esfacelada de chocar-se contra as pedras do caminho.
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